A ASRock Z890 Taichi OCF continua dominando quando o assunto é overclocking de memórias. Desta vez, ela serviu como base para um feito espetacular.
A memória G.Skill Trident Z5 CK DDR5 CUDIMM alcançou incríveis 12.666 MT/s de velocidade, estabelecendo um novo marco no mundo da tecnologia.
Esse desempenho extraordinário só foi possível graças à combinação de hardware de ponta e a aplicação de nitrogênio líquido para resfriamento extremo, conduzida pelo renomado overclocker Splave.
Ele superou adversários como AKM e Saltycroissant, que até então lideravam o ranking de velocidade com suas memórias DDR5.
O que levou a Trident Z5 CK RGB ao topo?
O modelo em questão é um único módulo de 24 GB da linha Trident Z5 CK RGB, conhecido tanto pelo design arrojado quanto pela performance.

Com a ajuda da ASRock Z890 Taichi OCF, uma placa-mãe já famosa por sua capacidade de lidar com overclock extremos, e do processador Intel Core Ultra 9 285K, Splave conseguiu cravar 12.666 MT/s (ou 6.333 MHz) de frequência.
Esse resultado esmagou os recordes anteriores:
- 6.317,5 MHz por Snakeeyes
- 6.263,9 MHz por AKM
- 6.175,4 MHz por Saltycroissant

Além disso, enquanto AKM e Saltycroissant usaram memórias V-Color Xfinity RGB para alcançar seus números, Splave confiou na G.Skill, mostrando que o investimento da marca em inovação está dando frutos.
A ciência por trás do feito
Quem acha que é só "jogar nitrogênio e esperar o milagre" está muito enganado. Atingir essas velocidades exige um equilíbrio perfeito entre hardware, software e, claro, habilidade.
O nitrogênio líquido, que atinge temperaturas extremamente baixas, é importante para estabilizar os componentes durante operações de alta intensidade. A ASRock Z890 Taichi OCF desempenhou um papel fundamental.
Projetada para entusiastas e overclockers, essa placa-mãe tem características como circuitos de alimentação robustos e suporte avançado para memórias DDR5. O próprio Splave descreveu a experiência como "uma mistura de ciência, arte e muita paciência". Segundo ele:
"Fizemos isso DE NOVO! Com a combinação poderosa da CPU Intel® Core™ Ultra 9 285K, placa-mãe ASRock Z890 Taichi OCF e, claro, memória G.SKILL, quebramos o recorde mundial em frequência de memória DDR5 em um DDR5-12666 de cair o queixo!"
Apesar dos recordes como esse dificilmente influenciarem o uso cotidiano de PCs, eles mostram o potencial máximo do hardware moderno.
É como um laboratório para testar os limites da tecnologia, ajudando fabricantes a identificar áreas de melhoria e inovação. Se você está pensando em algo como: "Mas pra que isso serve no dia a dia?", a resposta é simples: não serve.
Porém, o overclocking não é sobre utilidade prática imediata. É uma forma de explorar o máximo que a tecnologia pode oferecer, além de ser uma paixão para muitos entusiastas.
Será que isso muda algo para o consumidor comum?
Para quem usa o PC apenas para tarefas básicas ou até jogos mais pesados, memórias DDR5 já oferecem um desempenho muito superior ao DDR4.
Porém, atingir 12.666 MT/s é mais uma demonstração de força do que uma necessidade real. O impacto, no entanto, é indireto.
Esses avanços ajudam a refinar a tecnologia, o que pode ajudar na fabricação de produtos mais estáveis e eficientes para os consumidores no futuro.
Além disso, serve como um marketing poderoso para marcas como G.Skill, que mostra sua capacidade de superar barreiras tecnológicas.
- Leia também: Falta de memória faz preços da DDR4 subirem mais de 50% no terceiro trimestre de 2026; DDR3 também fica mais cara
Agora podemos concorda que, mesmo que você não vá rodar seu PC a 12.666 MT/s em casa, é impossível não admirar uma realização como essa, pois levanta muitas possibilidades para o futuro.








