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Destiny 3 não está em produção e Bungie deve passar por nova rodada de demissões

Bungie enfrenta nova rodada de demissões após notícia de falta de projetos em andamento.
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Após a notícia de que a Bungie encerrará o desenvolvimento de novos conteúdos para Destiny 2, uma reportagem da Bloomberg indica que o estúdio deve enfrentar uma nova rodada de demissões.

O motivo é a falta de projetos em andamento para realocar parte dos funcionários. Segundo o relatório, nem mesmo Destiny 3 está atualmente em produção ativa.

A informação contradiz rumores divulgados no fim de 2025 por fontes ligadas à comunidade da Bungie, que apontavam que o próximo jogo da franquia já estaria em fase inicial de desenvolvimento.

Para os milhões de jogadores que acompanham o universo de ficção científica criado pelo estúdio, a notícia não é positiva, mas isso não significa o fim da série.

A Bungie ainda pretende apresentar propostas para novos jogos, incluindo projetos ligados à franquia Destiny. O comunicado oficial também menciona o início da fase de incubação de novas ideias.

Ainda assim, não há garantia de que esses projetos cheguem ao mercado, principalmente diante do cenário econômico atual. Outro fator é o alto custo operacional do estúdio em Bellevue, nos Estados Unidos.

Enquanto essas propostas avançam internamente, a empresa continuará focada em Marathon, seu jogo de tiro com mecânicas de extração lançado recentemente. O título recebeu avaliações positivas da crítica, mas ainda não conquistou uma base ampla de jogadores.

Esta será a terceira rodada de demissões na Bungie desde a aquisição do estúdio pela Sony por US$ 3,6 bilhões, valor equivalente a cerca de R$ 19,8 bilhões na cotação atual.

  • Outubro de 2023: cerca de 100 funcionários foram desligados, junto com o adiamento de dois projetos de jogos.
  • Julho de 2024: outros 220 funcionários deixaram a empresa, o que representava aproximadamente 17% da força de trabalho do estúdio naquele momento. Além disso, 155 cargos foram transferidos para a Sony Interactive Entertainment em vez de serem eliminados.

Somadas, essas duas rodadas reduziram o quadro de funcionários da Bungie de aproximadamente 1.200 para cerca de 850 pessoas, uma queda de cerca de 40% em menos de um ano.

Na época, o então CEO Pete Parsons disse que o estúdio havia sido ambicioso demais em seus planos de expansão. Parsons deixou a Bungie em agosto de 2025 e foi substituído por Justin Truman.

O relatório financeiro mais recente da Sony também mostrou que a empresa registrou uma perda contábil de US$ 800 milhões, cerca de R$ 4,4 bilhões na cotação atual.

O ajuste reflete uma revisão do valor atribuído à Bungie, que passou a ser considerado inferior à estimativa feita no momento da aquisição.

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