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Resident Evil 7 ganha 50% mais FPS no OnePlus 12R com DeepSeek e Hermes

IA otimiza Resident Evil 7 no Android, reduz texturas 68%, usa SGSR e garante 30 FPS estáveis mesmo em chip antigo.
Imagem de: Resident Evil 7 ganha 50% mais FPS no OnePlus 12R com DeepSeek e Hermes

Rodar Resident Evil 7 no Android com aplicativos de emulação como o Winlator garante uma boa taxa de quadros, mas isso depende de um chip bom como o Snapdragon 8 Elite Gen 5.

Em um teste com inteligência artificial, porém, o Snapdragon 8 Gen 2, de quatro anos atrás, rodou o jogo com melhor qualidade de imagem e 50% mais FPS.

Os ajustes foram feitos com o DeepSeek-V4.1-Flash e o agente Hermes. O processo incluiu uma redução de 68% no espaço ocupado pelas texturas, sem perda de qualidade visual.

Teste identificou o que limitava o desempenho

O usuário @4k_isn, do X, mal conseguia chegar a 20 FPS no OnePlus 12R. Para investigar o problema, conectou o celular a um Mac por USB, com o modo de depuração ativado.

O Hermes recebeu a tarefa de acompanhar o desempenho de Resident Evil 7 e fazer ajustes para aumentar a taxa de quadros por segundo.

Além do baixo desempenho, o Snapdragon 8 Gen 2 consumia mais energia e aquecia demais. Com isso, o chip reduzia a velocidade de funcionamento para controlar a temperatura.

A análise com DeepSeek-V4.1-Flash e Hermes apontou dois limites: a leitura e a gravação de dados e a capacidade de transferência da memória.

A solução sugerida foi reduzir a resolução das texturas de 4.096 para 1.024 e 512. Assim, o espaço ocupado por elas caiu de 25 GB para 8 GB, uma redução de 68%.

A IA também removeu arquivos considerados dispensáveis, como áudios e skins. Após os ajustes, o jogo passou a ocupar 13 GB de armazenamento.

Resident Evil 7 passou a rodar a 30 FPS estáveis

Outra tarefa foi aplicar o Snapdragon Game Super Resolution, ou SGSR. Essa tecnologia foi usada para ampliar a imagem de 720p para 1200p.

Com as texturas menores e o SGSR, Resident Evil 7 ficou com a imagem mais nítida e passou a rodar a 30 FPS estáveis, com consumo de energia entre 5 e 6 watts.

O vídeo da gameplay mostra a melhora na estabilidade. O ganho impressiona por ter sido alcançado com um processador de várias gerações atrás.

O próprio OnePlus 12R também gravou o vídeo, uma tarefa que consumiu parte dos recursos do aparelho. Mesmo assim, o jogo manteve a fluidez durante a gravação.

O teste levanta a questão de quanto desempenho deixou de ser aproveitado antes do uso da IA nesses ajustes. A experiência também mostra uma aplicação útil da tecnologia na execução de jogos.