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iPhone 18 Pro pode ficar mais caro não apenas por causa da memória, mas também por uma mudança na câmera

Apple enfrenta aumento de custos em componentes do iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, incluindo memória DRAM e câmera com abertura variável.
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A Apple está se aproximando do fim do estoque atual de memória DRAM que possui em contrato. Quando precisar adquirir novos lotes, a empresa poderá ter que pagar valores mais altos, o que reduz sua capacidade de manter os preços atuais no lançamento do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max.

Além disso, a companhia também está lidando com aumento de custos em outro componente importante, a câmera.

Além de comentar que o iPhone 21 poderá receber uma grande atualização na câmera ultrawide, o analista Ming-Chi Kuo, da TF International Securities, informou que a câmera com abertura variável prevista para o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max será uma adição cara.

Segundo ele, o componente pode custar cerca de 50% mais do que a lente plástica 7P utilizada pela Apple no iPhone 17 Pro.

A Sunny Optical deve fornecer entre 40% e 50% dos pedidos totais desse componente, o que indica que a empresa pode ter ganhos financeiros importantes com a parceria.

O aumento no custo da câmera também ajuda a explicar por que a tecnologia ainda não foi adotada em larga escala por outros fabricantes.

A Samsung foi uma das poucas empresas a utilizar o recurso em gerações anteriores da linha Galaxy S, mas acabou removendo a solução posteriormente.

Por outro lado, é possível que a tecnologia usada pela Samsung no Galaxy S9 tenha sido apenas uma versão inicial do conceito, já que o aparelho contava com apenas dois modos de abertura.

Com a chegada do recurso aos modelos da Apple quase oito anos depois, a expectativa é que existam avanços mais amplos, incluindo múltiplos níveis de abertura para fotos e vídeos capturados manualmente.

O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max também devem ser os primeiros smartphones da Apple equipados com o chip A20 Pro.

O componente será produzido em massa pela TSMC usando o processo de 2 nanômetros e, segundo estimativas, poderá custar cerca de US$ 280 por unidade, o equivalente a aproximadamente R$ 1.530 na cotação atual.

Considerando o custo dos componentes, a Apple vem tendo pressão em diferentes áreas da cadeia de produção, o que torna mais difícil evitar um reajuste nos preços.

Pelo menos por enquanto, existe a possibilidade de os futuros modelos topo de linha chegarem ao mercado com um aumento de US$ 100, cerca de R$ 550, em relação à geração anterior.

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