A NVIDIA restringe o suporte oficial ao DLSS Multi Frame Generation às GeForce RTX 50, da arquitetura Blackwell. Porém, a comunidade de mods para PC adaptou o recurso para placas mais antigas.
Implementações experimentais do DLSS-G já funcionam nas RTX 40, da arquitetura Ada Lovelace, nas RTX 30, da Ampere, e até nas RTX 20, da Turing.
Esses projetos têm uma diferença importante em relação a muitos mods de DLSS Frame Generation e Multi Frame Generation dos últimos anos.
Vários deles apenas interceptavam as chamadas do DLSS-G e as substituíam pelo FSR 3.1 Frame Generation, de código aberto, da AMD.
Os mods apresentados a seguir adaptam o próprio sistema de geração de quadros da NVIDIA para arquiteturas sem suporte oficial a esses recursos.
Como funcionam o DLSS Frame Generation e o Multi Frame Generation
Na renderização tradicional, a GPU precisa produzir cada quadro exibido a partir do motor do jogo. O DLSS Frame Generation acrescenta quadros intermediários gerados por inteligência artificial.
O DLSS 3 Frame Generation, disponível oficialmente nas RTX 40 e posteriores, cria um quadro adicional entre os renderizados. Esse é o modo 2X.
A primeira implementação do DLSS 4 Multi Frame Generation ampliou esse número para até três quadros gerados por quadro renderizado, no modo chamado de 4X pela NVIDIA.
Já o DLSS 4.5 pode chegar a cinco quadros intermediários com o Dynamic Multi Frame Generation, para um multiplicador de 6X. O DLSS FG/MFG não apenas mistura duas imagens.

O DLSS-G recebe vetores de movimento, dados de profundidade, cor e interface, além de outras informações enviadas pelo jogo por meio do NVIDIA Streamline.
A implementação original do DLSS 3 também usava um acelerador de fluxo óptico dedicado. No DLSS 4, essa estimativa passou para um modelo de IA mais eficiente, executado nos Tensor Cores.
A arquitetura Blackwell também trouxe o Flip Metering por hardware, que distribui os quadros gerados em intervalos regulares.
Essa tarefa fica mais difícil conforme aumenta o número de quadros adicionais. Modificar uma DLL não acrescenta às RTX 20, RTX 30 ou RTX 40 os recursos de hardware da Blackwell.
Os projetos da comunidade adaptam, reconstroem ou redirecionam partes do DLSS-G para executá-las nas arquiteturas anteriores.
Há ainda uma diferença prática, a geração de quadros aumenta a taxa exibida, mas não a velocidade da simulação do jogo.
Uma boa taxa de quadros real continua sendo importante para a resposta aos comandos e a qualidade da imagem. O NVIDIA Reflex Low Latency tenta reduzir a latência associada ao processo de renderização.
Cuidados antes de instalar os mods
Nenhum desses projetos deve ser usado em jogos multiplayer competitivos ou com sistemas antitrapaça. Eles carregam DLLs intermediárias ou interceptam funções dentro do processo do jogo, comportamentos monitorados por essas proteções.
Um usuário de RTX 3060 já documentou um caso em que o Anti-Cheat Expert bloqueou o carregamento da DLL de um mod. Antes de ativar o FG/MFG, é necessário medir o desempenho sem geração de quadros.
Se os movimentos de câmera e os comandos já parecem lentos, multiplicar o FPS exibido não corrige a irregularidade entre quadros nem reduz o atraso dos comandos.
O ideal é partir de, no mínimo, 50 a 60 FPS reais. Os modos com multiplicadores maiores precisam de uma taxa base ainda mais alta para manter a latência e a qualidade da imagem em níveis aceitáveis.
O DLSS FG/MFG também aumenta o consumo de VRAM. Por isso, é importante verificar se há memória de vídeo disponível antes de ativar o recurso no jogo. Os arquivos originais devem ser guardados.
Esses projetos mudam com frequência, e a NVIDIA pode alterar o DLSS-G, o NGX, os drivers ou o Streamline a qualquer momento. Uma atualização pode melhorar a compatibilidade ou fazer um dos métodos parar de funcionar.
DLSSG-Transfusion: Multi Frame Generation nas RTX 40
Há vários métodos criados pela comunidade para ativar o DLSS Multi Frame Generation nas RTX 40. Nos testes com os principais mods disponíveis para Ada, alguns funcionaram muito bem.
O DLSSG-Transfusion teve o melhor desempenho geral na RTX 4090 usada na comparação. A avaliação considerou a fidelidade dos quadros gerados, a regularidade de exibição, a latência e a compatibilidade com jogos.
Criado pelo modder TonyJoaca, o projeto faz parte do trabalho da comunidade com MFG não oficial nas GPUs Ada. Os créditos incluem agradecimentos a Dashdogy e mavismmg pelas contribuições.
A versão 1.4.1 não libera apenas multiplicadores maiores. Ela tem modos fixos de 2X a 6X, suporte a DirectX 12 e Vulkan, compatibilidade com Streamline 2.14 ou posterior e com várias versões do DLSS-G.
O mod também inclui um método de reconstrução de quadros em instantes intermediários para reduzir a trepidação no MFG.
Há ainda um mecanismo integrado que contorna o Flip Metering do OptiScaler e pode corrigir irregularidades na exibição em certos jogos. Outro foco é a qualidade da interpolação.
A opção qualityValidWarp modifica o processamento de fluxo óptico da NVIDIA para preservar melhor elementos finos, como cercas, fios, folhagem e contornos delicados.
Ela também tenta melhorar a reconstrução de áreas que deixam de estar encobertas na cena e reduzir rastros no HUD, a interface com informações sobre o jogo.
Jogos que separam a cena sem HUD dos dados da interface também podem usar o UI Recomposition, ou UIR. Nesse caso, o DLSS-G gera os quadros da cena 3D antes de adicionar a interface sobre eles.
O desenvolvedor recomenda ativar o FG Preset B pelo NVIDIA App sempre que o jogo tiver suporte. Isso evita muitos dos problemas de gerar quadros a partir de uma imagem que já combina a cena em movimento com elementos transparentes do HUD.
O Preset A continua disponível para jogos sem UIR. Ainda assim, a interface pode apresentar distorções ou rastros durante movimentos bruscos.
Como instalar o DLSSG-Transfusion
- Baixe a versão 1.4.1 na página de versões do DLSSG-Transfusion no GitHub.
- Extraia o arquivo e renomeie DLSSG-Transfusion.dll para um nome de DLL intermediária compatível. A indicação para a maioria dos jogos modernos e títulos com Unreal Engine 4 ou 5 é version.dll. As alternativas são dinput8.dll, winmm.dll e dxgi.dll.
- Copie a DLL renomeada e o arquivo DLSSG-Transfusion.json para a pasta do executável principal do jogo. Nos títulos com Unreal Engine, ela costuma ser Binaries\Win64.
- Inicie o jogo e ative o DLSS Frame Generation no menu de gráficos.
Durante a partida, os atalhos Ctrl + Alt + 2, Ctrl + Alt + 3 e Ctrl + Alt + 4 alternam entre o FG padrão em 2X e os modos modificados em 3X e 4X.
O mod também pode liberar os modos 5X e 6X. As teclas Page Up e Page Down alteram o multiplicador, enquanto Ctrl + Alt + D alterna entre o MFG fixo e o dinâmico.
As mudanças são aplicadas durante a partida, sem reiniciar o jogo. O controle do MFG modificado pelo menu de gráficos ainda não tem suporte e não deve ser usado.
A versão 1.4.1 também inclui um painel simples, ativado ou ocultado com Ctrl + Alt + O. Ele mostra o FPS com interpolação, a taxa de quadros base e o multiplicador de FG/MFG.
Os testes se concentram nos modos 2X, 3X e 4X. Os multiplicadores 5X e 6X são interessantes para experimentação, mas tornam os defeitos de interpolação mais visíveis e reduzem ainda mais a resposta aos comandos.
Ajustes do OptiScaler e do arquivo de configuração
No OptiScaler, a opção que força a proporção do DLSS-G deve ficar no valor padrão. Qualquer outro valor pode se sobrepor ao multiplicador escolhido pelos atalhos do DLSSG-Transfusion.
O arquivo JSON inclui controles manuais para o multiplicador inicial, a operação fixa ou dinâmica e a meta de FPS do Dynamic MFG.
Também há ajustes para a correção de Flip Metering, a adaptação de kernels da Blackwell para Ada e o registro de desempenho.

No Cyberpunk 2077, o jogo pode fechar inesperadamente nas inicializações seguintes quando qualityValidWarp está em true. Alterar a opção para false pode corrigir o problema.
Esse ajuste muda o funcionamento do DLSS FG/MFG e tenta corrigir limitações na interpolação de movimento, sobretudo nas sombras. A mudança, porém, nem sempre traz uma melhora perceptível na imagem.
Nos testes, ela chegou a piorar a qualidade em relação ao DLSS FG/MFG padrão em algumas situações. Isso foi observado em jogos com movimentos de câmera velozes, como os de corrida.
Testes do DLSSG-Transfusion com a RTX 4090
A comparação usa três jogos modernos e exigentes: Cyberpunk 2077, 007 First Light e Resonance: A Plague Tale Legacy. O objetivo é avaliar o mod durante as partidas, além de verificar a ativação dos multiplicadores.
O computador usado nos testes tem a seguinte configuração:
| Componente | Hardware ou software |
| Processador | Intel Core i7-14700K |
| Placa de vídeo | NVIDIA GeForce RTX 4090 de 24 GB |
| Memória RAM | 32 GB DDR5-7000 CL34 |
| Armazenamento | SSD NVMe PCIe 4.0 de 2 TB |
| Sistema operacional | Windows 11 25H2 |
Em cada jogo, o modo oficial de Frame Generation em 2X é comparado aos modos modificados em 3X e 4X, com as mesmas configurações gráficas.
As capturas incluem o painel de desempenho do NVIDIA App, com FPS em tempo real, 1% low e latência do PC. Assim, a avaliação considera outros dados além do aumento na taxa de quadros.
A telemetria da NVIDIA disponibiliza as três métricas. A latência do PC mede o intervalo entre o processamento dos comandos e o envio do quadro para a tela.
Vídeos no YouTube têm limitações para esse tipo de comparação. A maioria é exibida a 60 FPS e não representa as taxas muito maiores produzidas pelos modos 2X, 3X e 4X.
A compressão do vídeo também pode esconder pequenos defeitos que aparecem em movimento. Por isso, as capturas servem principalmente para confirmar que o mod está ativo e que os multiplicadores funcionam.
A avaliação completa precisa ser feita no próprio computador e monitor, durante o jogo. É nesse uso que se pode analisar a regularidade entre quadros, a latência, a qualidade da imagem e a compatibilidade de cada título.
Capturas de Cyberpunk 2077
Capturas de 007 First Light
Capturas de Resonance: A Plague Tale Legacy
Fluidez, latência e qualidade de imagem
Os números do NVIDIA App, na parte superior central das capturas, indicam que o mod funciona nos três jogos. Os modos 3X e 4X aumentam o FPS sem um grande acréscimo na latência do PC.
Os valores de 1% low calculados a partir dos tempos de exibição dos quadros também parecem bons. A avaliação durante as partidas identificou uma melhora visível na fluidez em relação ao FG 2X nativo da RTX 4090.
Em contrapartida, os defeitos visuais ficaram mais aparentes. Parte deles também pode estar ligada ao caráter experimental do mod. A regularidade entre quadros foi excelente nos testes, sem engasgos ou trepidações perceptíveis.
O comportamento foi muito bom com o V-Sync ativado junto ao G-Sync/VRR, combinação indicada para o uso de tecnologias de geração de quadros.
NVIDIA MFG Bridge: geração de quadros nas RTX 20 e RTX 30
Para as GPUs Turing e Ampere, uma das opções mais interessantes é o NVIDIA MFG Bridge, do modder gt2333588. Seu principal recurso é uma implementação experimental do DLSS Frame Generation e Multi Frame Generation nativo nas RTX 20 e RTX 30.
O projeto tem multiplicadores de 2X a 6X. Em vez de converter as chamadas de geração de quadros da NVIDIA para o FSR 3.1 da AMD, ele tenta executar o próprio DLSS-G nessas placas.
O mod usa implementações específicas para cada arquitetura: SM75 para Turing e SM86 para Ampere. A detecção automática da GPU vem ativada por padrão.
Segundo o desenvolvedor, o modo nativo executa o DLSS-G da NVIDIA reconstruído para essas arquiteturas, sem reproduzir seu funcionamento com outra tecnologia de geração de quadros.
O suporte às RTX 20 é experimental. Isso quer dizer que a arquitetura Turing não tem algumas instruções presentes nas gerações posteriores e precisa de emulação adicional.
O MFG Bridge também passou a incluir recursos além da proposta inicial. Entre eles estão o FSR 3.1 Frame Generation em até 6X, o Intel XeSS Frame Generation experimental e a aceleração de fluxo óptico por hardware da NVIDIA.
Há até uma implementação experimental do DLSS 5 Neural Rendering nas RTX 30. Ela emula o processamento FP8 da Blackwell com os Tensor Cores FP16 da Ampere.
Essas funções também podem servir para experimentos, mas não fazem parte das instruções a seguir. O foco é ativar o DLSS FG/MFG nativo em placas anteriores à Blackwell.
Apenas um requisito é essencial, o jogo precisa ter suporte ao NVIDIA DLSS Frame Generation. O MFG Bridge não adiciona FG/MFG a qualquer título.
O mod intercepta chamadas ao DLSS-G que o jogo já faz. Se o título não usa a API de geração de quadros da NVIDIA, não há chamadas às quais o mod possa se conectar.
Como instalar o NVIDIA MFG Bridge nas RTX 20 e RTX 30
A instalação ficou mais simples nas versões recentes. O pacote se baseia em um único arquivo, nvngx.dll. Ao iniciar o jogo, o carregador extrai automaticamente os componentes necessários para a arquitetura da GPU.
A versão indicada na página do projeto no Nexus Mods é a 0.503, lançada em 12 de setembro de 2026. O procedimento de instalação é o seguinte:
- Baixar a versão mais recente do NVIDIA MFG Bridge na página do projeto no Nexus Mods.
- Extraia o pacote e localize o arquivo nvngx.dll.
- Renomeie o arquivo para um dos nomes de DLL compatíveis com o jogo.
- Localize a pasta do executável principal do jogo, que pode ser diferente da pasta do inicializador.
- Copie a DLL renomeada para a mesma pasta do arquivo .exe.
- Inicie o jogo e ative o DLSS Frame Generation pelo menu de gráficos.
O desenvolvedor lista os seguintes nomes de DLL compatíveis:
version.dll winhttp.dll dbghelp.dll cryptsp.dll XINPUT9_1_0.dll
A indicação inicial é version.dll, por sua boa compatibilidade e pelo risco relativamente baixo de conflitos, segundo o desenvolvedor.
Antes de escolher o nome, é necessário verificar se já existe uma DLL com ele na pasta do jogo. Esse arquivo não deve ser sobrescrito, pois outro mod pode usá-lo.
No Cyberpunk 2077, por exemplo, o Cyber Engine Tweaks usa version.dll, e o próprio jogo já inclui dbghelp.dll. Nesse caso, XINPUT9_1_0.dll é uma alternativa possível.
Para localizar o executável correto, basta iniciar o jogo, abrir o Gerenciador de Tarefas do Windows, clicar com o botão direito no processo e selecionar Abrir local do arquivo.
Esse também é o método recomendado pelo desenvolvedor nos comentários da página do mod no Nexus Mods. Para o uso normal, esses passos devem ser suficientes.
A configuração mais recente usa o DLSS-G nativo da NVIDIA como método padrão de geração de quadros:
FGMode=2
A arquitetura da GPU deve ser detectada automaticamente com esta opção:
FGProviderArch=auto
Se a detecção automática apresentar problemas, o valor pode ser definido manualmente como sm75 nas RTX 20 ou sm86 nas RTX 30.
Como ativar os multiplicadores de 3X a 6X
A presença dos modos 3X, 4X, 5X e 6X no menu depende, em parte, dos multiplicadores disponibilizados pela implementação do Streamline de cada jogo. Por isso, o mod inclui uma opção para forçar a seleção.
No arquivo dlssg_to_fsr3.ini, que pode ser criado caso não exista, é necessário adicionar ou ajustar a seguinte linha:
EnableFrameGenOverrideMenu=1
Com a opção ativa, a tecla Home alterna entre os seguintes modos durante a partida:
Padrão do jogo → 3X → 4X → 5X → 6X
Forçar um multiplicador não garante que o jogo o aceite. Segundo o desenvolvedor, títulos que informam suporte apenas a níveis inferiores podem voltar a um modo menor.
Para investigar problemas, também é possível ativar o registro de eventos:
EnableLogging=1
Essa opção cria o arquivo dlssg_to_fsr3.log na pasta do jogo e ajuda a verificar se a DLL foi carregada.
Para desinstalar o mod, basta remover a DLL renomeada da pasta do executável. O projeto não modifica permanentemente o jogo nem o Registro do Windows.
Relatos de uso nas RTX 20 e RTX 30
Não houve validação direta e aprofundada do NVIDIA MFG Bridge por falta de acesso a placas Ampere e Turing. A avaliação se baseia nos primeiros testes compartilhados pela comunidade do Nexus Mods.
Os relatos são promissores, mas a compatibilidade ainda está em desenvolvimento. Um usuário de RTX 3090 relatou que a versão mais recente funcionou corretamente no Cyberpunk 2077.
Uma versão anterior apresentava rastros intensos no HUD. O mesmo usuário conseguiu usar o mod no Oblivion Remastered após mudar o nome da DLL intermediária. O caso mostra como o carregamento pode variar de um jogo para outro.
Nas placas Turing, um usuário de RTX 2060 disse que a versão 0.501 ativou a geração de quadros em 4X no The Sinking City 2, após a inclusão do suporte adequado a SM75.
Outro usuário, com uma RTX 2080 Ti, falou da presença das opções 2X, 3X e 4X no Final Fantasy VII Rebirth. São relatos isolados, não uma verificação ampla de compatibilidade.
Outros usuários encontraram jogos em que o mod não carrega, não exibe opções de FG/MFG ou apresenta falhas visuais. O NVIDIA MFG Bridge deve, portanto, ser tratado como um projeto experimental, sem garantia de funcionamento após a instalação.
Limitações e possibilidade de suporte oficial
Os mods mostram a capacidade técnica da comunidade de PC. Em pouco tempo, os desenvolvedores passaram da liberação de modos adicionais do DLSS-G em Ada à adaptação para Ampere e à execução em placas Turing.
Isso não torna as soluções prontas para uso estável. A compatibilidade varia, bugs e defeitos visuais continuam possíveis, e futuras atualizações de drivers, Streamline ou DLSS-G podem interromper o funcionamento.
Nas RTX 20, o suporte ainda deve ser visto como uma prova de conceito. Há motivos para a NVIDIA reconsiderar o suporte oficial ao MFG em placas mais antigas.
As RTX 30 e RTX 40 continuam bastante usadas, modelos como RTX 3060 e RTX 4060 estão entre as GPUs mais comuns na pesquisa de hardware do Steam de agosto de 2026.
A escassez de DRAM e NAND impulsionada pela demanda de IA também encareceu as placas de vídeo. A série RTX 50 foi a mais afetada pela alta nos custos de GDDR6 e GDDR7.
As placas mais potentes das gerações Ampere e Ada Lovelace ainda conseguem manter taxas de quadros base suficientes em jogos modernos para que o FG/MFG seja útil.
Mesmo que não seja possível reproduzir toda a experiência da Blackwell nessas arquiteturas, o suporte oficial aos modos 2X, 3X e 4X ao menos nas GPUs Ampere e Ada seria bem-vindo.
Por enquanto, os projetos mostram que há mais possibilidades de experimentação nas RTX antigas do que indica a tabela oficial de compatibilidade do DLSS.

















