O iPhone Air foi lançado pela Apple como um modelo exclusivo com eSIM, sem entrada para chip físico. Por ser um aparelho extremamente fino, a decisão faz sentido do ponto de vista do design.
Inclusive, com esse modelo, a empresa ajudou a ampliar o uso do eSIM na China, mercado que ainda adotava a tecnologia com muito cuidado por diferentes motivos internos.
Mesmo assim, alguns usuários encontraram uma forma de adaptar o aparelho para funcionar com chip físico. A modificação consiste na retirada do motor de vibração original, responsável pelo sistema de feedback tátil do iPhone Air.
No lugar da peça original, são instalados dois novos componentes. O primeiro é um motor de vibração menor, que mantém apenas funções básicas de resposta tátil.
O segundo é o conjunto da bandeja de chip físico com o encaixe interno necessário para que o SIM card funcione dentro do aparelho.
What they did is actually pretty hardcore.
To make room for a physical SIM card slot, they removed the original vibration motor module of the iPhone Air. In the space that was freed up, they installed two new components.
The first is a much smaller vibration motor, just enough… https://t.co/ik6vZres8f
— Ice Universe (@UniverseIce) January 23, 2026
Apesar da solução funcionar na prática, ela não é indicada para a maioria dos usuários. A alteração anula a garantia do iPhone Air e pode afetar o valor de revenda do dispositivo.
Também não há informações sobre como essa troca afeta a bateria, que já tem capacidade reduzida por causa do tamanho compacto do aparelho.
Um motor menor pode ajudar no consumo de energia, mas a instalação da bandeja de chip ocupa espaço interno e pode gerar algum efeito negativo nesse ponto.
Na prática, trata-se de um projeto feito mais por interesse técnico do que por necessidade. A modificação exige conhecimento avançado e disposição para assumir os riscos envolvidos.








