A nova linha do iPhone 17 já mostrou que caiu no gosto do público, tirando o iPhone Air da equação, que não empolgou tanto.
Mesmo assim, o ritmo forte dos novos modelos pode empurrar a Apple para uma virada histórica e superar a Samsung colocando-a no topo do ranking mundial de fabricantes de smartphones em volume de vendas.
A Counterpoint Research divulgou uma sequência de relatórios em novembro que ajuda a entender esse cenário a favor da maçã.
No primeiro, a firma exibiu que a fatia da Apple no mercado de smartphones acima de US$ 600 vendidos pela T-Mobile cresceu 8 pontos entre setembro de 2022 e setembro de 2025, chegando a 80%.
No segundo relatório, a Counterpoint mostrou que os iPhones representaram um quarto de todos os smartphones vendidos na China durante outubro. Essa marca só tinha sido atingida uma vez antes, em 2022.
O documento também apontou que as vendas de smartphones no país avançaram 8% na comparação anual em outubro. Esse avanço foi puxado por um salto de 37% nas vendas de iPhones, e 80% desse volume veio direto da linha iPhone 17.
Um detalhe curioso é que esse relatório não citou o iPhone Air, o que levantou dúvidas sobre o fôlego do modelo mais fino da Apple no maior mercado mobile do planeta.
Agora, a Counterpoint volta com um terceiro relatório para fechar o mês e traz projeções ainda mais robustas. A Samsung deve terminar 2025 com um crescimento de 4,6% nas remessas de smartphones.
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Pode parecer pouco, mas ainda é um número sólido para o setor. Só que a Apple deve fechar o mesmo período com um avanço de 10% no envio de iPhones.
Com isso, a empresa chega a 19,4% de participação no mercado global, nível mais alto entre todos os fabricantes. Isso coloca a Apple no topo mundial pela primeira vez em mais de dez anos, com a Samsung ficando em segundo lugar.
Falando de números reais, a Apple vendeu 231,8 milhões de iPhones em 2024. Um crescimento de 10% em cima desse total leva a empresa para cerca de 254,98 milhões de unidades enviadas até o fim de 2025 — um volume impressionante e que explica a mudança no ranking global.








