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TikTok nega vínculo com a China e contesta proibição nos EUA

O TikTok vai à justiça americana para barrar o banimento por supostos vínculos com a China, invocando a liberdade de expressão.

Romário Leite · 19 de agosto de 2024

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Disputa judicial nos EUA

O TikTok abriu uma disputa na justiça dos Estados Unidos para impedir o banimento da plataforma. A ideia é provar que as acusações de ligação com a China não sustentam a restrição.

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Motivo da restrição

A proibição veio de uma lei assinada pelo presidente Joe Biden. As autoridades americanas alegam que o governo chinês usaria o app para acessar dados sensíveis dos usuários locais.

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Prazo final marcado

Em janeiro de 2025, o julgamento volta a acontecer. A operadora ByteDance tem até 19 de janeiro para vender o aplicativo ou enfrentar a suspensão total das atividades no país.

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Onde ficam os dados

A empresa alega que o sistema de recomendação roda nos EUA e os dados estão em servidores da Oracle no próprio território. O objetivo é afastar riscos à segurança nacional.

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Defesa constitucional

O TikTok citou a Primeira Emenda da Constituição americana, que protege a liberdade de expressão. A plataforma vê falhas na lei, que impede o download nas lojas da Apple e Google.

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Usuários no fio da navalha

Mais de 150 milhões de americanos usam o aplicativo. O desfecho deve ficar claro apenas após as audiências, logo antes da eleição presidencial de novembro.

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O TikTok vai à justiça americana para barrar o banimento por supostos vínculos com a China, invocando a liberdade de expressão.

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