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PCs de entrada podem desaparecer em breve, marcas estão priorizando modelos mais caros

A falta de peças e o alto custo da memória estão mudando o mercado de computadores. Modelos baratos podem sumir em breve.

Romário Leite · 7 de abril de 2026

01

Mudança na linha de produção

A escassez de componentes afeta a produção de PCs. Para lidar com isso, os fabricantes mudaram a estratégia e agora priorizam a venda de modelos mais caros, deixando de lado as apostas em equipamentos básicos.

02

Máquina de abrir contas

A situação afeta diretamente quem compra por menos de US$ 500. Esse grupo inclui muitos dispositivos usados em escolas e modelos simples para o dia a dia. O suprimento desses itens está ficando cada vez mais difícil de garantir.

03

Desigualdade nas vendas

A previsão aponta uma redução de até 35% nesse segmento de baixo custo. Já os equipamentos entre US$ 1.300 e US$ 1.499 devem crescer. Essa faixa corresponde a cerca de R$ 7.000 a R$ 8.100 no Brasil.

04

Custo alto das peças

O problema não é só a inteligência artificial. O custo da memória subiu e há falta de processadores e placas de vídeo. Com isso, manter o preço baixo virou uma tarefa quase impossível para as fábricas.

05

Grande marcas em alerta

Grande nomes como ASUS e Acer sentem os efeitos dessa mudança. O atendimento ao público de menor renda pode ser comprometido nos próximos anos. O mercado tradicional de entrada corre risco de sumir.

06

O que esperar do futuro

As empresas buscam novas fontes de faturamento servindo o setor de servidores. O resultado é um mercado futuro com menos opções acessíveis e um foco claro em hardware de alto valor para consumidores.

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A falta de peças e o alto custo da memória estão mudando o mercado de computadores. Modelos baratos podem sumir em breve.

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