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Ciência

Paciente cego recupera um pouco da visão com a ajuda de proteínas de algas sensíveis à luz

Paciente recebeu gene de opsina de algas e, com óculos especiais, passou a reconhecer formas e objetos, embora sem cor.

Romário Leite · 25 de maio de 2021

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Optogenética traz nova esperança

Cientistas usaram um gene de proteína sensível à luz, extraída de algas, para tratar um homem cego há 40 anos.

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Como o tratamento funciona

O gene foi inserido por um vírus adeno-associado nas células ganglionares da retina, que ainda permanecem viáveis após a perda dos fotorreceptores.

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Óculos que amplificam luz

O paciente usa óculos especiais que aumentam a luz e a focam na faixa de comprimento de onda reconhecida pela opsina de algas.

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Primeiros resultados

Com os óculos, ele percebeu listras brancas de faixa de pedestres, encontrou objetos escuros sobre mesa branca e contou até três copos de vidro.

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Impacto no dia a dia

O homem relatou encontrar placas, telefones e portas com mais facilidade, e a atividade cerebral mostrou resposta na região visual.

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Próximos passos

Outros sete pacientes ainda não completaram o treino por causa da pandemia; doses maiores e ajustes nos óculos podem melhorar detalhes, sem cor.

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Paciente recebeu gene de opsina de algas e, com óculos especiais, passou a reconhecer formas e objetos, embora sem cor.

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