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Japão planeja chip de 1,4nm com parceria entre Fujitsu e Rapidus

Fujitsu e Rapidus unem forças no Japão para criar uma NPU de 1,4nm voltada à IA, integrando-a ao novo supercomputador nacional.

Romário Leite · 4 de abril de 2026

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Chip japonês de 1,4nm

O Japão prepara um projeto para criar um dos primeiros processadores do mundo com a tecnologia de 1,4 nanômetro. A iniciativa combina as forças da Fujitsu e da Rapidus, com apoio direto do governo japonês.

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NPU para inteligência artificial

A Fujitsu vai desenvolver uma unidade de processamento neural, a NPU, focada em tarefas de inteligência artificial. A fabricação ficará a cargo da Rapidus, que atua na produção em larga escala de chips de ponta.

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Sucessor do supercomputador Fugaku

O novo componente será integrado ao processador Fujitsu-Monaka-X. Ele rodará no supercomputador Fugaku NEXT, sucessor do sistema atual do país, elevando a capacidade de cálculo para aplicações de IA.

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Cronograma de produção

A Rapidus espera iniciar testes de produção dessa tecnologia ainda mais avançada por volta de 2029. Antes disso, a empresa mira a produção em massa de chips de 2 nanômetros até o fim de 2028.

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De olho na segurança econômica

A aliança busca reduzir a dependência externa do país. O objetivo é competir com gigantes globais, como a TSMC, e reforçar a segurança econômica japonesa diante do crescimento da demanda por IA.

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Apoio governamental estratégico

O Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão financia parte do desenvolvimento. A medida busca fortalecer a cadeia de suprimentos local e consolidar a presença do país no mercado de semicondutores avançados.

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