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Internet via satélite: A polêmica entre Starlink e governo brasileiro

A Starlink quer lançar 7,5 mil satélites no Brasil, mas a Anatel analisa riscos de soberania digital e impactos na órbita antes de autorizar.

Romário Leite · 26 de março de 2025

01

Presença consolidada no país

A Starlink, de Elon Musk, funciona no Brasil desde 2022. Hoje, ela atende 335 mil usuários e controla mais da metade do mercado de internet por satélite no país.

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Novo pedido de expansão

A empresa pediu permissão para lançar 7,5 mil novos satélites. O conselheiro da Anatel, Alexandre Freire, pediu uma análise mais detalhada dos impactos dessa expansão antes de autorizar.

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Risco na segurança dos dados

Há preocupação com a soberania digital. Se os dados saírem do Brasil sem integrar redes locais, a regulação nacional fica impossível de aplicar no trânsito de informações.

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Dimensão geopolítica do projeto

Outro ponto sensível é o risco geopolítico. A infraestrutura por satélite poderia ser usada como instrumento de pressão em crises internacionais ou disputas comerciais.

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Impacto na órbita baixa

Operadoras brasileiras alertam para o possível congestionamento na órbita terrestre. O lançamento de milhares de satélites novos pode causar interferências nos sinais de telecomunicação.

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Estratégia de diversificação

O governo busca diversificar provedores para diminuir a dependência da empresa de Musk. Assim, já dialoga com concorrentes e firmou parcerias para levar conexão a áreas remotas, como a Amazônia.

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A Starlink quer lançar 7,5 mil satélites no Brasil, mas a Anatel analisa riscos de soberania digital e impactos na órbita antes de autorizar.

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