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Escassez de memória deve durar até o fim da década, diz relatório

Contratos de longo prazo entre gigantes de tech e fornecedores ditam o padrão do setor. A escassez de memória DRAM deve se estender além de 2027.

Romário Leite · 24 de março de 2026

01

Contratos longos em DRAM

Fabricantes de_memória fecham contratos longos com gigantes de tecnologia. Essa prática, incomum no setor, busca garantir volumes por vários anos.

02

Hyperscalers à frente

Google e Microsoft lideram a iniciativa. A meta é travar preços e volumes atuais, permitindo que fornecedores planejem a produção com segurança.

03

Planejamento e investimento

A estratégia dá visibilidade de mercado à Samsung e à Micron. Com isso, aceleram investimentos em capacidade e evitam crises de excesso de estoque no futuro.

04

Chips próprios exigem RAM

O avanço de chips internos, como os TPUs do Google e o Maia da Microsoft, aumenta a necessidade de memória. Esses processadores exigem grandes volumes de dados.

05

Foco em HBM e IA

Memórias HBM são essenciais para a inferência em IA. Como a nova capacidade foca nesse setor, a oferta para outros segmentos deve ficar restrita por mais tempo.

06

Impacto no consumidor

A previsão de normalização até 2027 pode mudar. A escassez deve se estender, mantendo a oferta pressionada por vários anos para o consumidor comum.

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Contratos de longo prazo entre gigantes de tech e fornecedores ditam o padrão do setor. A escassez de memória DRAM deve se estender além de 2027.

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