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Consumidores não ligam para IA em jogos, diz ex-executivo da Square Enix

Jacob Navok afirma que jogadores, principalmente da geração Z, não se importam com IA em jogos, mas a tecnologia deve crescer na indústria.

Romário Leite · 24 de novembro de 2025

01

Consumidor indiferente à IA em jogos

Jacob Navok, ex‑diretor da Square Enix e CEO da Genvid, escreveu no X que a maioria dos jogadores não se preocupa com o uso de inteligência artificial nos games.

02

Caso Roblox: Steal a Brainrot

O jogo Steal a Brainrot, criado no Roblox com modelos 3D gerados por IA, atingiu cerca de 30 milhões de usuários simultâneos, mostrando que a geração Z aceita o estilo “slop”.

03

Crescimento esperado da IA

Navok acredita que as próximas gerações vão se importar ainda menos com a presença da IA, indicando que seu uso deve se ampliar rapidamente na indústria.

04

Estúdios já adotam IA nos processos

Vários estúdios utilizam IA para criar conceitos ou para escrever código, citando ferramentas como Claude. Navok prevê que poucos estúdios indie ficarão sem essas soluções.

05

Exemplo positivo: ARC Raiders

A Embark Studios usou IA em ARC Raiders para gerar falas de personagens, partindo de gravações de dubladores. O resultado foi bem recebido, embora não alcance a popularidade de Steal a Brainrot.

06

Outras experiências com IA

Where Winds Meet, da Everstone Studio, emprega chatbots IA em NPCs, gerando diálogos inesperados. Já Call of Duty: Black Ops 7 substituiu artes por imagens de IA, gerando críticas entre jogadores.

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Jacob Navok afirma que jogadores, principalmente da geração Z, não se importam com IA em jogos, mas a tecnologia deve crescer na indústria.

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