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Capacidade térmica dos smartphones chegou ao limite? Testes mostram dificuldade para controlar temperatura

Testes revelam que a capacidade térmica dos smartphones atingiu o limite. Chips mais potentes geram calor excessivo, e fabricantes buscam novas soluções de

Romário Leite · 26 de maio de 2026

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Calor vira obstáculo para chips

Novos chips entregam alto desempenho, mas o controle de temperatura é o novo gargalo. Câmaras de vapor já atingiram o teto na dissipação de calor. A pressão agora recai sobre os criadores dos processadores, que buscam maior eficiência energética.

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iPhone 17 Pro Max perde desempenho

O iPhone 17 Pro Max sofreu quedas constantes de desempenho em testes pesados. O A19 Pro gera calor excessivo para o sistema de refrigeração original. A tela dimiu automaticamente para reduzir a temperatura do aparelho.

03

Limite físico de dissipação

Chips como o Exynos 2600 chegam a 30 W sob carga máxima. No entanto, celulares finos dissipam apenas 6 W antes de aquecerem as mãos do usuário. Manter a potência alta por muito tempo é um grande desafio físico para o design atual.

04

Soluções agressivas para ventilar

Empresas chinesas testam ventoinhas internas e sistemas de água em aparelhos extremos. A Qualcomm e o Snapdragon 8 Elite Gen 5 operam entre 20 W e 24 W. Marcas como Apple e Samsung evitam esse caminho para manter os aparelhos finos e elegantes.

05

Estratégias divergentes de consumo

A Apple prioriza eficiência com o A19 Pro, que entrega 29% mais desempenho com consumo similar ao anterior. A Qualcomm aposta em alta frequência de até 5 GHz no Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro. Essa estratégia busca vantagem, mas mantém o gasto de energia elevado

06

Inovações para aliviar o calor

A Samsung usa um dissipador de cobre no Exynos 2600 para melhorar a transferência de calor. O novo Exynos 2700 testes uma arquitetura side-by-side que amplia a banda de memória em até 40%. O equilíbrio entre finura, peso e potência segue sendo a principal

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