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NVIDIA quase entrou em crise após levar CUDA às GPUs GeForce, diz Jensen Huang

CEO Huang relembra risco que quase afundou a NVIDIA ao lançar CUDA nas placas de jogos, agora peça chave na IA

Romário Leite · 5 de abril de 2026

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Decisão de risco

Jensen Huang contou que lançar CUDA nas GPUs GeForce quase colocou a NVIDIA em crise. A aposta não geraria retorno imediato.

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Objetivo da mudança

O CEO queria que a NVIDIA fosse mais que placa de jogos, uma plataforma de computação completa. Assim, atenderia várias tarefas, não apenas gráficos.

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Pixel shaders programáveis

O início das GPUs programáveis veio dos pixel shaders, que permitiam usar a placa para mais que 3D. Isso abriu caminho para programação fora das CPUs.

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Suporte a FP32

Adicionar cálculos em FP32 aos shaders foi passo crucial. Isso fez pesquisadores usar GPUs para trabalhos intensivos, aproximando a NVIDIA de outras tecnologias de fluxo.

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Custo alto e baixo lucro

Na época, a base de clientes era em jogos, sem expectativa de retorno. A decisão aumentou custos em 50%, margin caiu 35%, valor de mercado ficou em 1,5 bilhão de dólares.

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Resultado final

Com quase uma década de investimento, CUDA se tornou pilar da IA. Huang lembra: sem GeForce, sem IA. A aposta de alto risco virou sucesso.

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