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Funcionários da Ubisoft iniciam greve internacional após reestruturação e demissões

Funcionários protestam contra demissões, fechamento de estúdios e novas regras de trabalho, marcando três dias de paralisação internacional.

Romário Leite · 14 de fevereiro de 2026

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Reestruturação e demissões

Em janeiro de 2026, Ubisoft anunciou um “grande reset”, com cortes em vários estúdios, fechamento da unidade de Halifax e cancelamento de Prince of Persia: The Sands of Time Remake. A mudança exigiu retorno ao trabalho presencial, gerando descontentamento.

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Impacto financeiro e interno

As ações da Ubisoft caíram 34% na bolsa. A companhia acumulou perda de 95% de valor em oito anos. A sede em Paris abriu programa de demissão voluntária para reduzir 200 postos.

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Greve internacional em 10, 11 e 12 de fevereiro

O sindicato Solidaires Informatique convocou a paralisação. Aproximadamente 1.200 funcionários participaram, sendo 538 que comunicaram formalmente. A maior parte estava na França, com apoio de Milão.

04

Reação da Ubisoft

Em 12 de fevereiro, a empresa divulgou comunicado explicando que a transformação visa fortalecer a autonomia e criatividade nas Creative Houses, buscando sustentabilidade de longo prazo.

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Diálogo e críticas do sindicato

O sindicato afirmou que a liderança não entende a empresa. Denunciou pressões, falta de reajustes salariais e criação de cargos de alto escalão. Relatos de desânimo e comentários de suicídio foram registrados.

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Situação continua em tensão

A paralisação persiste. Ubisoft mantém compromisso de diálogo aberto, mas as críticas continuam, refletindo clima de revolta e desânimo entre os trabalhadores.

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Funcionários protestam contra demissões, fechamento de estúdios e novas regras de trabalho, marcando três dias de paralisação internacional.

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