Apple vê mercado de memória mudar ao disputar memória LPDDR com clientes dispostos a pagar mais
A Apple perde vantagem em memórias LPDDR para gigantes da IA, que pagam mais e compram volumes maiores.
Romário Leite · 29 de julho de 2026
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Negociação Changed
A Apple sempre negociou volumes gigantes de memória para reduzir custos. Essa vantagem mudou com a explosão da IA. Agora, grandes companhias de tecnologia disputam os mesmos componentes e pagam mais por eles.
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IA consome mais memória
A memória LPDDR5X virou prioridade nos datacenters por gastar menos energia do que a DDR5. Um rack pode usar até 2 TB dessa memória, o que representa 170 vezes a capacidade de um iPhone 17 Pro Max.
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Estoque e preços sobem
Tim Cook, CEO da Apple, admitiu que o estoque de DRAM da empresa está baixando. O grupo já anunciou reajuste de preços em vários modelos, incluindo Macs, para manter os lucros estáveis diante do aumento dos custos.
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Meta mudança de mercado
A demanda por servidores deve consumir metade da oferta global de memória, enquanto o mercado de smartphones segue em retração. Isso limita a força da Apple nas mesas de negociação, antes dominada pela gigante da maçã.
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Aposta em fornecedores chineses
A Apple busca fornecedores chineses como CXMT e YMTC como alternativa. A dúvida persiste se essas empresas priorizarão o iPhone ou atenderão primeiro gigantes locais chinesas, como a Huawei, com preços melhores.
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Papel de negociadora muda
Uma das líderes mundiais em smartphones já não detém a posição dominante em memória. A disputa agora é direta com quem paga mais e compra em escala industrial para alimentar a nova era da inteligência artificial.
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A Apple perde vantagem em memórias LPDDR para gigantes da IA, que pagam mais e compram volumes maiores.