Alta da DRAM pode encarecer smartphones em até 25% e reduzir envios globais
Alta no preço da memória DRAM pode encarecer celulares em até 25% e reduzir vendas globais em 2026.
Romário Leite · 20 de dezembro de 2025
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Memória DRAM encarece celulares
A falta de memórias DRAM no mundo está mudando os planos das montadoras de celulares. O custo dos componentes pode subir muito, o que afeta diretamente o preço final dos aparelhos que chegam ao consumidor brasileiro.
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Queda nas vendas em 2026
Ouvidores de pesquisa preveem que as vendas globais de smartphones cairão 2,6% em 2026. A alta no preço da memória aumenta o custo total dos materiais usados na fabricação de diferentes modelos.
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Impacto varia por categoria
O golpe é mais forte nos aparelhos baratos. O custo dos componentes pode subir 25% nos modelos de entrada, 15% nos intermediários e 10% nos topos de linha. A pressão cai principalmente nos celulares que custam menos de US$ 200.
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Pressão sobre as montadoras
Desde o início do ano, a produção de celulares simples ficou 20% a 30% mais cara. Modelos médios e avançados tiveram aumento de 10% a 15%. Marcas chinesas sofrem mais, enquanto Apple e Samsung têm margem para absorver a alta sem perder lucro.
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Cortes no hardware
Para lidar com a situação, empresas cortam itens do celular. Usam câmeras simples, retiram lentes extras, trocam telas boas por piores e usam memórias menores. Outra estratégia é reaproveitar peças antigas, deixando as novas só para os modelos topo de linha.
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Horizonte de alívio
A saída mais provável não existe no curto prazo. Um técnico da Sapphire disse que os preços podem se normalizar em seis meses. Porém, outros estudos apontam que a falta de memória e os valores altos podem durar até o fim de 2027.
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Alta no preço da memória DRAM pode encarecer celulares em até 25% e reduzir vendas globais em 2026.